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No fundo é gestão outra vez mas em inglês e mais difícil. Escolhi por ter gostado muito de gestão na licenciatura, mas não compensou. O projeto era bastante chato, as aulas também eram menos interessantes, não adorei o professor, mas os slides eram úteis. Não foi tão fácil como achei que ia ser por isso se não gostares minimamente de gestão, não vale a pena.
Engenharia Económica
IST
há 3 minutos
No fundo é gestão outra vez mas em inglês e mais difícil. Escolhi por ter gostado muito de gestão na licenciatura, mas não compensou. O projeto era bastante chato, as aulas também eram menos interessantes, não adorei o professor, mas os slides eram úteis. Não foi tão fácil como achei que ia ser por isso se não gostares minimamente de gestão, não vale a pena.
Engenharia Económica
IST
há 3 minutos
No fundo é gestão outra vez mas em inglês e mais difícil. Escolhi por ter gostado muito de gestão na licenciatura, mas não compensou. O projeto era bastante chato, as aulas também eram menos interessantes, não adorei o professor, mas os slides eram úteis. Não foi tão fácil como achei que ia ser por isso se não gostares minimamente de gestão, não vale a pena.
Engenharia Económica
IST
há 4 minutos
Adorei esta cadeira! A professora era ótima, dava as aulas de maneira muito interessante e dinâmica, tirei muitos apontamentos e os slides também eram muito completos. Havia um exame e um trabalho de grupo. Cadeira muito interessante e fácil de ter boa nota. Fiz como opcional e foi uma das minhas melhores decisões. Se queres uma cadeira mais afastada da parte da engenharia, interessante e que não dê muito trabalho, esta é uma ótima opção
Astrobiologia
IST
há 8 minutos
Adorei esta cadeira! A professora era ótima, dava as aulas de maneira muito interessante e dinâmica, tirei muitos apontamentos e os slides também eram muito completos. Havia um exame e um trabalho de grupo. Cadeira muito interessante e fácil de ter boa nota. Fiz como opcional e foi uma das minhas melhores decisões. Se queres uma cadeira mais afastada da parte da engenharia, interessante e que não dê muito trabalho, esta é uma ótima opção
Astrobiologia
IST
há 9 minutos
A avaliação da cadeira era só um projeto, por isso as aulas teóricas não serviam para nada. Fiz como opcional, ótima cadeira para ter boa nota com muito pouco esforço. Os slides das aulas eram bons mas once again as teóricas não eram importantes, era mais numa de falar sobre diferentes temas e ter um background para os projetos que dava facilmente para conseguir sem ir as aulas.
Mecanobiologia
IST
há 10 minutos
Adorei esta cadeira! A professora era ótima, dava as aulas de maneira muito interessante e dinâmica, tirei muitos apontamentos e os slides também eram muito completos. Havia um exame e um trabalho de grupo. Cadeira muito interessante e fácil de ter boa nota. Fiz como opcional e foi uma das minhas melhores decisões. Se queres uma cadeira mais afastada da parte da engenharia, interessante e que não dê muito trabalho, esta é uma ótima opção
Astrobiologia
IST
há 10 minutos
A avaliação foi feita em 2 mini testes de 30 min e um exame de 1 hora, sendo os mini testes exercícios de cálculos financeiros, cash flows e balanços anuais. Os exercícios das aulas práticas preparam muito bem para os mini testes sendo da mesma estrutura. Os testes sao resolvidos e a resposta é fechada, caso haja algum engano nas contas é cotada como zero. O exame é de escolha múltipla a descontar com alguns cálculos mais simples. Os professores são muito disponíveis e cativantes. É uma opcional obrigatória mas é uma boa iniciação ao mundo do trabalho e são ensinadas coisas que podem ser úteis na nossa vida pessoal futura ou até mesmo se quisermos abrir uma empresa. Há ainda um jogo numa plataforma em que temos de gerir a nossa empresa, de caráter opcional sendo que so por participar temos 2 valores na nota final. O melhor aluno da cadeira ganha 1600 euros.
Gestão
IST
há 32 minutos
A cadeira tinha uma avaliação contínua que valia cerca de 50% da nota final e um exame obrigatório a valer os outros 50%. Havia a opção de não realizar avaliação contínua e fazer apenas o exame. A avaliação contínua consistia em realizar exercícios todas as aulas práticas e um caso de estudo em grupo. Como as aulas são todas no iseg e a avaliação contínua exigia algum trabalho eu optei por realizar apenas o exame. Os materiais de apoio que foram fornecidos eram bastante razoáveis, alguns ligeiramente desatualizados mas foram mais do que suficientes para obter uma boa nota no exame. Exame este que é de escolha múltipla a descontar. As aulas teóricas na minha opinião não acrescentam muito aos powerpoints disponíveis, sendo mais necessárias para a componente prática. Se é uma área de interesse recomendo pois não é uma matéria complexa e permite ganhar algumas bases em áreas que o técnico não aborda tanto.
Gestão de Recursos Humanos (Iseg)
IST
há 46 minutos
Boa cadeira para fazeres sem teres muito trabalho e teres boa nota. A única parte mais chata é que tens mesmo de ir a todas as teóricas pq ha kahoots em quase todas. O professor é um querido e tirei muitos apontamentos nas aulas. Os slides também são muito úteis.
Biologia Estrutural
IST
há 51 minutos
É preciso demasiado background de química, acho que isso dificultou bastante e fez com q nao gostasse tanto da cadeira. Havia uma apresentação sobre um artigo e um exame. As aulas eram ok, os slides as vezes eram confusos. Não recomendo se nao gostas de química, o nome engana e parece algo muito mais giro do que é. A parte mais gira sao os labs.
Design de Nanomateriais
IST
há 53 minutos
Que nojo de cadeira, que nojo de stor. Fui a 1 teórica acho eu, 4h, sai de la sem vida, fiquei fisicamente doente e nem estou a mentir, o raio do homem drenou-me, sem dúvida das piores cadeiras da fmul. Por isso não sei se as aulas eram úteis, mas os slides chegaram. Havia teorico práticas q era para corrigir fichas q era suposto fazer em casa (q ninguém fazia e o homem passava-se) e os labs q eram obrigatórios e eram toleráveis; avaliação: relatório lab 1, poster lab 2. Exame: foi doloroso estudar para este exame, literalmente tortura, mas acho que é daquelas cadeiras em que a maior parte das pessoas passa, apesar de ser com notas baixas. A maior dica que posso dar é rezar para que stor esteja mais bem disposto ou que seja um novo
Sistemas de Integração e Regulação Metabólica - Fmul
IST
há 1 hora
A cadeira de biologia que gostei mais durante o curso inteiro e a q percebi mais; A Leonilde pronto, é a Leonilde mas as teóricas eram actually uteis e tirei bue apontamentos, os labs foram giros até, avaliação eram 2 relatórios dos labs e 2 quizes, o projeto, apresentação e exame; o projeto deu imensooooo trabalho e foi uma grande dor de cabeça mas foi bom agora q ja passou pq deu para estar mesmo por dentro de um assunto e ate foi giro perceber e imaginar toda a utilidade do projeto aplicado ao mundo real. O exame tinha muitas perguntas de respostas aberta, por isso é preciso escrever muito mas acaba por ser mais fácil despejar tudo o que estudaste do que em múltiplas. A cadeira é exigente, durante o período pensei várias vezes em desistir e em por que raio me tinha metido ali, devia ter escolhido outra coisa, mas não me arrependo, pela primeira vez achei q podia gostar de biologia.
Engenharia Genética
IST
há 1 hora
Custou bem... O meu stor das teóricas era muito velhinho e lento, ate dava pena, por isso as aultas eram super aborrecidas, nao percebia nada, faltei a imensas; O primeiro lab foi incrível, os outros foram maus e eram bue inúteis pq dava perfeitamente para fazer em casa mas a presença era obrigatória. Avaliação era relatório dos labs e exame, o exame pronto... nao sei bem como definir o grau de dificuldade tendo em conta q chumbei mas ya, dá para fazer bem a cadeira se fores estudando ao logo do período e se fores percebendo as aulas, se não dps é bue difícil apanhar tudo, passei imenso tempo no youtube só a ver videos e a tentar perceber em vez de estar a fazer exercícios, pq dps acaba por ser sempre igual, o formulário é uma folha A4 q pode ter tudo o q quiseres, mas ha um feito, eu só adicionei coisas; a partir do momento em q começas a perceber, torna-se giro, estudar não foi um massacre
Sinais e Sistemas
IST
há 1 hora
Das melhor cadeiras de licenciatura. A professora era muito boa. Teóricas um bocado aborrecidas mas gostei de estar a ter uma cena q n tinha nada a ver com engenharia biomédica. As aulas práticas eram mais interessantes e úteis para os maps e o exame. Mas os slides também acho que eram suficientes. Avaliação foi 2 maps, um jogo em q tinhas de jogar 4 vezes mas bastava participares para teres os valores todos, nao interessava se eras bem sucedido ou não, e exame. Overall cadeira mega fácil, dá para ter boa nota facilmente (se estudares, claro)
Gestão
IST
há 1 hora
As teóricas são com o Sanches which means q n fui a maior parte; Avaliação inicialmente eram 2 relatórios dos labs, projeto, exame e apresentação do projeto, bue para 3 créditos, choramos, tiraram a apresentação, mesmo assim bue trabalho, o stor disse q ia fazer exame fácil, fez mesmo, tivemos todos boas notas a estudar só pelos slides. Os relatórios dos labs literalmente não servem para nada e estas so a perder tempo q podias usar para fazer o projeto logo desde o início; São fios, leds e arduino - eletronica no fundo - e é tipo programação, muito giro qd consegues fazer, péssimo se não perceberes nada; o stor dos labs era super acessível.
Fundamentos de Bioinstrumentação
IST
há 1 hora
Professor João Folgado mega fofo, um dos melhores que já tive, explica super bem, é mesmo querido. Gostei da cadeira, acho que quem gosta de mecânica vai gostar. Avaliação são 2 projetos e exame, o 1º projeto dá menos trabalho e vale menos e é só relatório, o 2º dá muitooo mais trabalho e tem oral. Não fui a todas as teóricas e a cadeira fez-se bem; gostei mto de brincar com o abaqus (é o software para o projeto) e de modelar o fémur :)
Mecânica e Modelação Computacional
IST
há 1 hora
Fiz como HACS porque no secundário queria ir para letras, e sinceramente foi das melhores escolhas que fiz! Inicialmente foi chato: aulas obrigatórias numa turma pequena (éramos cerca de 8 alunos numa sala), portanto o professor conseguia ter uma relação muito mais próxima com todos nós. Ao mesmo tempo, foi uma lufada de ar fresco, porque para além do ensino diferente, ensina-nos outra forma de aprender. Temos mesmo de pensar por nós, em vez de apenas entender o raciocínio de alguém há 200 anos que o levou a descobrir a fórmula da aceleração. Tivemos dois testes, o primeiro sobre lógica pura e o segundo já mais filosófico, com espaço para as nossas próprias ideias, e depois um ensaio final. O professor tinha uma pasta própria e foi disponibilizando vários textos e livros para irmos lendo, e era suficiente para entender e discutir, mas nem sempre para perceber a parte matemática da lógica (pelo menos para uma mente de Biomédica). Acho que se forem falando nas aulas e tentando encontrar contra-argumentos contra cada teoria vão tirar o máximo partido desta cadeira. Para não falar do facto das aulas acabarem em maio e nem haver exame, por isso ficam de férias mais cedo! Mas o pânico no primeiro teste foi real, achei que ia acabar uma HACS com 13 ou 14...
Filosofia da Lógica
IST
há 1 hora
A cadeira de Sociedade, Sustentabilidade e Transformação Digital foi, na minha opinião, uma unidade curricular diferente das cadeiras mais técnicas do curso. Está dividida em três grandes pilares — Sociedade, Sustentabilidade e Transformação Digital — e procura fazer os alunos refletirem sobre temas mais amplos, ligados ao impacto da ciência, da tecnologia, do ambiente e da sociedade. A carga de trabalho foi leve. Apesar de existirem trabalhos e apresentações ao longo da cadeira, não senti que fosse uma unidade curricular muito pesada em comparação com outras do curso. A maior exigência está mais na participação, na organização dos trabalhos de grupo e na capacidade de refletir sobre os temas abordados do que propriamente numa dificuldade técnica elevada. O ensino da cadeira foi orientado para discussão, reflexão e aplicação de ideias a problemas reais. No módulo de Sustentabilidade, por exemplo, foram abordados temas como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, economia circular, consumo, resíduos, alterações climáticas e impacto ambiental. No módulo de Transformação Digital, a cadeira também permitiu pensar sobre como a tecnologia muda a sociedade e como se podem desenhar soluções digitais para problemas concretos. Pessoalmente, nem sempre achei a cadeira muito motivante e houve momentos em que senti alguma dificuldade em manter interesse nas aulas e nos trabalhos. Ainda assim, reconheço que acabei por aprender sobre temas externos à área mais técnica do curso, como sustentabilidade, economia circular, responsabilidade social e impacto das tecnologias digitais. Esses temas são importantes, mesmo que nem sempre sejam os mais entusiasmantes para todos os alunos. Em relação à avaliação, considero que a cadeira é acessível, desde que se acompanhem minimamente os trabalhos e se colabore com o grupo. Não é uma cadeira difícil do ponto de vista teórico, mas exige alguma organização, porque os trabalhos envolvem pesquisa, reflexão crítica, apresentação de ideias e ligação entre os diferentes módulos. Relativamente aos materiais, são úteis para enquadrar os temas principais e dar contexto às discussões. A cadeira torna-se mais interessante quando se tenta ligar os conteúdos a exemplos reais, como problemas ambientais, soluções sustentáveis, impacto da tecnologia no quotidiano ou desafios sociais atuais. Algumas dicas para futuros alunos: Não encarem a cadeira apenas como uma obrigação, porque há temas úteis fora da área técnica. Organizem bem os trabalhos de grupo desde o início. Participem minimamente nas aulas, porque isso facilita bastante os trabalhos. Tentem escolher temas que vos interessem, para tornar os trabalhos menos pesados. Aproveitem para aprender conceitos como sustentabilidade, economia circular e transformação digital. Não deixem os trabalhos para a última hora, mesmo sendo uma cadeira leve. Tentem relacionar os temas com a vossa área, porque isso torna a cadeira mais relevante. No geral, considero SSTD uma cadeira leve e acessível, embora nem sempre tenha sido a mais interessante ou motivante para mim. Ainda assim, reconheço que tem valor por abordar temas importantes que normalmente ficam fora das cadeiras mais técnicas. É uma unidade curricular que ajuda a pensar sobre o papel da tecnologia na sociedade e sobre desafios atuais como sustentabilidade, ambiente, economia circular e transformação digital.
Sociedade, Sustentabilidade e Transformação Digital
Nova FCT
há 2 horas
A cadeira de Competências Transversais para Ciências e Tecnologia foi, na minha opinião, uma unidade curricular bastante útil, sobretudo para preparar melhor os alunos para a entrada no mercado de trabalho. Apesar de não ser uma cadeira técnica como programação ou matemática, acaba por trabalhar competências muito importantes que muitas vezes não são desenvolvidas com tanta profundidade noutras unidades curriculares. A carga de trabalho foi muito leve. Não senti que fosse uma cadeira pesada nem difícil de acompanhar. As atividades e trabalhos pedidos eram acessíveis e estavam bem distribuídos, sendo possível realizar a cadeira sem uma carga de estudo intensa. Ainda assim, apesar de leve, considero que os temas abordados tinham bastante utilidade prática. O ensino da cadeira foi adequado ao objetivo da unidade curricular. A abordagem foi muito orientada para situações reais, como a preparação do CV, résumé, carta de motivação, entrevistas, networking, gestão do tempo, trabalho em equipa, comunicação, integridade académica e utilização de ferramentas úteis como Excel, Google Calendar, Google Drive, Turnitin e Mendeley. Estes conteúdos tornam a cadeira mais prática e diretamente ligada ao percurso académico e profissional. Um dos aspetos mais positivos foi a ligação clara ao mercado de trabalho. A cadeira ajuda os alunos a perceber que o percurso universitário não se resume apenas às notas e às cadeiras técnicas, mas também à forma como se constroem competências, experiências, currículo e capacidade de comunicação. Temas como entrevistas, CV, LinkedIn, competências transversais e planeamento curricular são especialmente importantes para quem está a começar a pensar em estágios, candidaturas ou primeiras experiências profissionais. Em relação à avaliação, considero que foi bastante acessível. O mais importante era acompanhar as aulas, participar nas atividades e entregar os trabalhos com cuidado. Não é uma cadeira que exija estudo intenso, mas sim atenção, organização e algum envolvimento nas tarefas propostas. Relativamente aos materiais, achei que foram úteis e práticos. A cadeira abordou temas que podem ser aplicados diretamente fora da universidade, desde escrever melhor um documento, preparar uma entrevista, gerir melhor o tempo, trabalhar em equipa ou usar ferramentas importantes para trabalhos académicos e profissionais. Algumas dicas para futuros alunos: Aproveitem a cadeira para melhorar/criar o CV e o LinkedIn. Levem a sério as aulas sobre entrevistas e mercado de trabalho. Participem nas atividades, porque são simples e ajudam a desenvolver competências úteis. Usem os conteúdos de gestão do tempo e trabalho em equipa no resto do curso. Prestem atenção à parte de comunicação, porque é importante tanto na universidade como no trabalho. Aproveitem a parte de Excel, Mendeley, Turnitin e referências bibliográficas, porque pode ser útil noutras cadeiras. Não encarem a cadeira como “só mais uma”, porque os temas podem fazer diferença em candidaturas futuras. No geral, considero CTCT uma cadeira muito leve, acessível e bastante importante para o desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos. É uma unidade curricular diferente das cadeiras mais técnicas, mas tem grande valor porque prepara para aspetos reais da vida académica e da entrada no mercado de trabalho. Para quem aproveita bem os conteúdos, pode ser uma cadeira bastante útil para ganhar mais confiança, organização e preparação para o futuro.
Competências Transversais para Ciências e Tecnologia
Nova FCT
há 2 horas
A cadeira de Sistemas Lógicos foi, na minha opinião, uma unidade curricular bastante útil para perceber as bases do funcionamento dos sistemas digitais. É uma cadeira importante porque ajuda a compreender conceitos fundamentais como lógica booleana, portas lógicas, tabelas de verdade, simplificação de expressões, mapas de Karnaugh, circuitos combinatórios e sequenciais. A carga de trabalho foi leve a moderada. A matéria não é especialmente difícil, mas exige alguma prática para ganhar rapidez e perceber bem os métodos. Grande parte da cadeira torna-se acessível quando se compreende a lógica dos exercícios e se aprende a aplicar os procedimentos certos em cada situação. O ensino da cadeira ajudou a tornar os conteúdos mais claros, principalmente quando os conceitos eram explicados com exemplos práticos e exercícios resolvidos passo a passo. Como é uma cadeira muito visual e prática, faz muita diferença ver a construção dos circuitos, das tabelas e das simplificações de forma organizada. A cadeira acaba por ser bastante mecânica depois de se perceberem os métodos principais. Muitos exercícios seguem padrões semelhantes: construir tabelas de verdade, simplificar expressões booleanas, desenhar circuitos ou analisar o comportamento de um sistema lógico. Por isso, com alguma prática, torna-se relativamente fácil identificar o caminho certo para resolver os problemas. Em relação à avaliação, considero que a melhor estratégia é praticar exercícios de anos anteriores e fichas da cadeira. Não é uma unidade curricular em que seja necessário decorar muita teoria; o mais importante é perceber bem os procedimentos e evitar erros em simplificações, tabelas ou circuitos. Relativamente aos materiais, os slides, fichas e exemplos resolvidos são suficientes para acompanhar bem a matéria. A parte mais importante é mesmo praticar, porque os exercícios tornam-se mais simples quando se reconhecem os padrões. Algumas dicas para futuros alunos: Pratiquem bem tabelas de verdade e simplificação de expressões booleanas. Percebam como funcionam as portas lógicas principais. Treinem mapas de Karnaugh, porque ajudam muito a simplificar circuitos. Façam esquemas sempre que o exercício envolver circuitos. Resolvam exercícios de anos anteriores para perceber os padrões. Tenham atenção aos detalhes, porque pequenos erros mudam o circuito todo. Não decorem apenas regras; tentem perceber a lógica por trás dos métodos. No geral, considero Sistemas Lógicos uma cadeira acessível, prática e importante para perceber a base dos computadores a nível digital. Não achei que fosse uma cadeira demasiado pesada, e com alguma prática torna-se bastante direta. É uma unidade curricular útil para criar bases sólidas para cadeiras futuras relacionadas com hardware, arquitetura e funcionamento interno dos computadores.
Sistemas Lógicos
Nova FCT
há 2 horas
A cadeira de Matemática Discreta foi, na minha opinião, uma unidade curricular bastante acessível e útil para desenvolver raciocínio lógico e matemático, especialmente em Engenharia Informática. Apesar de ter vários temas diferentes, como lógica, conjuntos, relações, funções, indução, combinatória, grafos e árvores, achei que a matéria era bastante compreensível e bem estruturada. A carga de trabalho foi leve. Não senti que fosse uma cadeira muito pesada, porque grande parte dos exercícios segue métodos e padrões claros. Depois de se perceber a lógica de cada tema, torna-se relativamente simples identificar o tipo de exercício e aplicar o procedimento correto. O ensino da cadeira ajudou a tornar os conteúdos acessíveis. Os exemplos resolvidos e a explicação passo a passo foram importantes para perceber o raciocínio esperado, principalmente nos temas que podem parecer mais abstratos no início. Senti que a cadeira estava bem orientada para a prática, o que facilitou bastante o estudo. A cadeira exige algum rigor, sobretudo em demonstrações, indução matemática, relações e grafos, mas não achei que fosse especialmente difícil. O mais importante é perceber os métodos principais e praticar alguns exercícios de cada tema. Com isso, a matéria torna-se bastante direta. Em relação à avaliação, considero que a melhor estratégia é resolver fichas e testes de anos anteriores. Muitos exercícios são relativamente previsíveis e seguem estruturas semelhantes. Com alguma prática, é possível ganhar confiança rapidamente e ter um bom desempenho sem uma carga de estudo muito pesada. Relativamente aos materiais, os slides e fichas de exercícios são suficientes para acompanhar bem a cadeira. A teoria ajuda a perceber os conceitos, mas a parte mais importante é praticar exercícios para reconhecer padrões. Algumas dicas para futuros alunos: Não se assustem com a variedade de temas. Percebam bem os métodos principais de cada capítulo. Pratiquem indução, combinatória, relações e grafos. Façam testes e exercícios de anos anteriores. Usem esquemas em grafos, árvores e relações. Tenham atenção ao rigor nas demonstrações. Foquem-se em reconhecer padrões nos exercícios. No geral, considero Matemática Discreta uma cadeira bastante acessível e com carga de trabalho leve. É uma unidade curricular útil para criar bases de raciocínio lógico, mas não achei que fosse difícil nem demasiado exigente. Com alguma prática e atenção aos métodos principais, é possível acompanhar bem a cadeira e obter bons resultados.
Matemática Discreta
Nova FCT
há 2 horas
A cadeira de Cálculo II foi, na minha opinião, uma unidade curricular importante para consolidar e aprofundar as bases matemáticas do curso. Apesar de ser uma cadeira que costuma ter fama de difícil, tal como Cálculo I, pessoalmente não achei que fosse especialmente complicada. A carga de trabalho foi moderada. A cadeira tem bastante matéria e vários métodos diferentes, mas a dificuldade torna-se bastante controlável quando se percebe a lógica de cada tipo de exercício. Grande parte da cadeira acaba por ser prática e baseada em reconhecer padrões, aplicar o método certo e ter atenção aos cálculos. O ensino da cadeira foi importante para tornar os conteúdos mais acessíveis. Quando os temas eram explicados com exemplos resolvidos e passos bem estruturados, ficava muito mais fácil perceber o que era esperado em cada exercício. Senti que a cadeira não dependia tanto de decorar fórmulas isoladas, mas sim de perceber quando e como aplicar cada técnica. A matéria pode parecer mais abstrata em alguns momentos, especialmente quando envolve integrais múltiplos, séries, equações diferenciais ou funções de várias variáveis. No entanto, depois de resolver alguns exercícios de cada tipo, muitos procedimentos tornam-se bastante mecânicos. A maior dificuldade está em identificar bem o tipo de problema e evitar erros de cálculo. Em relação à avaliação, a melhor estratégia é praticar exercícios e exames de anos anteriores. Não é necessário estudar de forma excessiva, mas é importante treinar o suficiente para ganhar rapidez e confiança nos métodos principais. Quando se percebe o padrão dos exercícios, a cadeira torna-se bastante mais acessível do que a sua reputação faz parecer. Relativamente aos materiais, as fichas, exemplos resolvidos e testes anteriores são os recursos mais úteis. A teoria ajuda a enquadrar os conteúdos, mas o verdadeiro progresso acontece ao resolver exercícios e perceber os erros mais comuns. Algumas dicas para futuros alunos: Não se assustem com a fama da cadeira. Foquem-se em perceber os métodos principais. Pratiquem exercícios de cada tema até reconhecerem padrões. Façam testes e exames de anos anteriores. Tenham atenção aos erros de cálculo e simplificações. Organizem bem os passos da resolução. Não decorem apenas fórmulas; tentem perceber quando usar cada técnica. No geral, considero Cálculo II uma cadeira importante e mais acessível do que muitas vezes parece. Tem matéria e exige prática, mas não achei que fosse uma cadeira especialmente difícil. Com acompanhamento regular, treino dos métodos principais e atenção aos detalhes, é perfeitamente possível ter um bom desempenho.
Cálculo II E
Nova FCT
há 2 horas
Infelizmente é das cadeiras mais desapontantes do curso. Se pensam que vão realizar um projeto minimamente interessante, não se iludem não vai ser isso. A ideia até seria interessante, mas é mal executada. Basicamente há 2 hipóteses, ou rocket ou uav. Inventem uma missão, exequível ou não, aparentemente isso não interessa, e têm que desenvolver tudo acerca desse rocket ou uav, sem nunca aprofundar minimamente nada. Materiais, há 1 livro, de resto têm que ser vocês a vasculhar a net para encontrar fontes para justificar o que faz, estando errado ou não. Grupo, boa sorte a encontrar 1 bom, atenção que está cadeira pode destruir amizades e que os professores podem decidir enfiam malta random no vosso grupo. Aliás também tenham atenção às correções que os professores fazem durante as reuniões, no meu grupo, o professor disse-nos para fazer as coisas de uma forma que depois se veio a descobrir estava totalmente errada, e acabamos por perder 2 semanas de trabalho
Projecto Integrador de 1º Ciclo em Engenharia Aeroespacial
IST
há 4 horas
Não se deve confundir com propagação e antenas, são completamente diferente. Poucos materias. Dificil, avaliação em quizzes durante as aulas, é para estudar. Exame e análise de um relatório. O professor é meio meh, não é muito bom, e torna a matéria mais aborrecida do que realmente é Conselhos: estudem para os quizzes, é uma seca, mas facilita a análise do relatório e o exame
Antenas e Propagação
IST
há 4 horas
This course is way more fun than I expected. Professor Marta continues to be a good teacher, clear in his explanation and open to clarify any doubts. The evluation of this course is a series of 4 continous and sequential projects. They are relatively simple if you work on them as soon as possible and pay attention in class, however they can become quite demanding if you leave them to the last moment, as they are quite work heavy Besides the main book, which is nothing more than the slides the professor uses in class in a book format, the professor doesn't provide many materials
Conceção Otimizada de Aeronaves
IST
há 4 horas
Olha, eu tive um 4 no meu primeiro teste e chumbei por não entregar o projeto a tempo. No ano seguinte, depois de fazer poo, passei com nota alta. O meu problema era não estudar e principalmente praticar pouco. Nunca tinha programado em papel. Aliás, nunca tinha programado em lado nenhum. A cadeira é SUPER simples a sério! Não subestimes o trabalho que dá o projeto! Muita gente, como eu, chumba assim. As aulas eram fixes, as práticas, as teóricas nem por isso. Usámos o IntelliJ nas aulas que é super intuitivo
Introdução à Programação
Nova FCT
há 5 horas
Fui com o nariz torcido mas acabei por gostar. Desenvolveu as nossas competências sociais ao falar em público constantemente e de trabalho em grupo. Quanto as aprendizagens de Excel e do CV não foram muito úteis, acho que podia estar melhor. A cadeira é divertido tho, tem muitas atividades e conheces pessoas fixes de cursos diferentes. É impossível tirar má nota nisto, então não tenhas medo de participar e aproveita. A parte que mais gostei foi de usar o Excel, mas pode ser de eu ser aluno de informática. Usámos o Canva para fazer o cv
Competências Transversais para Ciências e Tecnologia
Nova FCT
há 5 horas
Foi um choque tremendo com a matemática de secundário. Estudem e pratiquem bastante e com antecedência! As aulas são muito importantes. Se estiveres nas práticas sem saberes a matéria, até se torna aborrecido. Vocês tem fichas para treinar e o teste acheis difícil, mas não estudei muito logo não sou o melhor para opinar aí
Cálculo I E
Nova FCT
há 5 horas
Genuinamente uma das piores experiências de sempre. Eu adorava matemática mas cálculo acabou comigo. Mas a verdade é que no primeiro ano quase não estudava. Cadeiras de matemática requerem muito estudo antecipado. Vocês têm fichas mais do que suficientes para treinar e não faltem a nenhuma prática para manter a matéria em dia. As aulas são aborrecidas se não souberes nada, portanto estuda, a sério. Quanto ao teste achei difícil, mas já disse que não estudei muito
Cálculo II E
Nova FCT
há 5 horas
Foi a cadeira que mais gostei até agora e vou agora para o terceiro ano. Java é uma boa linguagem para aprendizagem. Não se assustem com Classes, interfaces e subclasses! É super fácil e muito melhor que ter tudo na main. As aulas são muito importantes e os “projetos semanais” ajudam. Quanto aos projetos em si são super interessantes de fazer e não são complicados. Se tiverem dúvidas perguntem a vossos veteranos, eles conseguem ajudar vos de certeza e não se foquem muito nos PowerPoints
Programação Orientada pelos Objetos
Nova FCT
há 5 horas
A cadeira não é difícil! Às vezes até ficávamos confusos de tão óbvias que pareciam as coisas. Nunca faltem às práticas para terem a matéria em dia. Os testes não são complicados, fazem-se bem e os professores não se importam de explicar denovo
Matemática Discreta
Nova FCT
há 5 horas
Para quem vem de CT, a cadeira é super simples. Os testes resumem-se literalmente a ler o exercício e aplicar as fórmulas. Devem estudar com antecedência, pois nestes casos prática é a chave. As aulas práticas eram interessantes e um pouco longas demais… O professor tinha vídeos no YouTube
Física
Nova FCT
há 5 horas
Já não me lembro muito bem da cadeira, mas recordo me tanto as aulas teóricas como práticas eram importantes, Os testes requerem muito estudo e noções teóricas, usem AI como o NoteBook para método estudo e síntese de matéria
Lógica Computacional
Nova FCT
há 5 horas
Para mim, foi a cadeira mais difícil que fiz nem sei como passei! C é uma linguagem muito low level e nós estamos habituados a Java. Achei que faltaram recursos da parte dos docentes para nos ajudar a treinar C. Usei AI para fazer o projeto todo e tive sorte porque a defesa de nota era super fácil, foi por escrito. Recomendo aprenderam já nas férias o que é C e como funciona, pelo menos o básico para o choque não ser muito grande. Mexe muito com memória, alocação de bits etc. Também tem muita parte teórica sobre Sistema Operativo, Hardware e ligação entre os dois
Fundamentos de Sistemas de Operação
Nova FCT
há 5 horas
Esta cadeira é muito boa, a matéria é super interessante, aprendes assembly, a fazer circuitos e um CPU. No entanto é muito pesada com os maps, laboratórios e projeto, já sem contar com as outras cadeiras, fica complicado apanhar tudo a 100%. A melhor maneira de estudar para maps é mesmo através de maps de anos passados mas não contar com uma estrutura igual. Nesta cadeira acho que compensa mais ir às teóricas, tendo em conta que os labs não foram assim tão bons, mas depende do stor
Introdução à Arquitetura de Computadores
IST
há 5 horas
Embora eu goste muito de Java, tive bastante dificuldade nesta cadeira, porque pensei que bastasse apenas saber programar, como IP e POO, mas esta requer estudo pois tem muitas estruturas de dados que deves compreender para os testes. E fundamental começar cedo o projeto pois acaba sempre por ser mais overwhelming do que a gente pensa. As aulas teóricas eram imensamente secantes, mas as práticas eram fixes. Não se fiem só na Ai, mas usem o Claude em vez do Chat
Algoritmos e Estruturas de Dados
Nova FCT
há 5 horas
Disciplina muito de números mas muito interessante, das minhas favoritas até agora. Os professores são impecáveis e explicam muito bem a matéria. A avaliação é feita através de 3 maps. A matéria não é muita nem é difícil mas é trabalhosa e exige tempo e muita atenção. Têm as fichas das práticas com vários exercícios e com todas as possíveis variantes de cada exercício. Aconselho a analisar a estrutura de cada exercício e matéria, pois têm sempre a mesma maneira de resolução
Elementos de Matemática Discreta
IST
há 5 horas
Foi uma cadeira peculiar, não foi muito interessante. Ficámos grande parte do tempo só a ouvir os professores a falar com PowerPoints atrás… foi giro para conhecer pessoas novas e de cursos diferentes. Fizemos alguns trabalhos de pesquisa para treinar trabalho em grupo (grupos grandes já agora) e a divisão de tarefas foi essencial. Também descobrimos ai o site Miro que cheguei ate a usar numa cadeira seguinte, recomendo investigar
Sociedade, Sustentabilidade e Transformação Digital
Nova FCT
há 5 horas
A cadeira é fácil, principalmente o segundo teste. É preciso estudar, claro, para ter prática. Os testes costumam seguir o mesmo modelo então vejam testes anteriores. Embora não tenha gostado muito das aulas teóricas, aprendia tanto nas práticas que nem precisava de ir às outras, as práticas eram muito boas
Teoria da Computação
Nova FCT
há 5 horas
Achei a cadeira bastante acessível para quem veio de CT e não muito entediante. Tal como qualquer cadeira de matemática, requer estudo antecipado e muita prática, que foi o meu maior problema este ano, uma vez que era sempre o último teste e tinha apenas dois dias de intervalo com o teste anterior. Para o teste de probabilidade, gostei muito de fazer as fichas do moodle, têm correção e explicação e usei a sebenta para estudar. Para o teste de estatística não havia fichas resolvidas no moodle e a sebenta tinha matéria desnecessária, mas há vídeos no YouTube de um professor do técnico a explicar muito bem(o programa é o mesmo)
Probabilidades e Estatística D
Nova FCT
há 5 horas
A cadeira foi gira, embora a primeira matéria, antes do SQL, fosse algo confusa e chata, como álgebra relacional. O projeto foi super divertido de fazer (criar uma aplicação em Oracle sobre uma base de dados) mas foi algo complicado de perceber an interface ao início, pelo que aconselho começarem cedo a tentar perceber. Usei VSCode nas aulas práticas e sinceramente para querys a AI ajuda bastante a perceber.
Bases de Dados
Nova FCT
há 5 horas
A cadeira de Introdução à Programação foi, na minha opinião, uma das unidades curriculares mais importantes do primeiro ano, porque cria as bases essenciais para praticamente todo o resto do curso. É uma cadeira fundamental para começar a desenvolver raciocínio lógico, capacidade de resolver problemas e noção de como transformar uma ideia numa solução em código. A carga de trabalho foi moderada. Para quem nunca programou, pode parecer mais desafiante no início, porque obriga a pensar de uma forma diferente. No entanto, depois de se perceber a lógica base da programação, como variáveis, ciclos, condicionais, funções, listas/arrays e estruturas simples, a cadeira torna-se bastante mais acessível. O ensino da cadeira foi importante para construir essas bases de forma progressiva. A explicação dos conceitos acompanhada por exemplos práticos ajudou a perceber como aplicar a teoria em exercícios concretos. Em IP, é muito importante que os conteúdos sejam explicados passo a passo, porque pequenos detalhes no código podem mudar completamente o resultado do programa. A cadeira é muito prática e o verdadeiro progresso acontece ao programar. Não basta perceber os conceitos em teoria; é preciso fazer exercícios, errar, testar, corrigir e voltar a tentar. Com o tempo, começa-se a ganhar mais confiança e os problemas que inicialmente pareciam difíceis passam a seguir padrões mais claros. Em relação à avaliação, considero que a melhor estratégia é praticar com regularidade e não deixar dúvidas acumularem. Muitos exercícios exigem apenas perceber bem o enunciado, dividir o problema em partes pequenas e ir construindo a solução aos poucos. Também é importante testar o código com vários exemplos, porque muitas vezes o programa funciona num caso, mas falha noutros. Relativamente aos materiais, os exercícios e exemplos dados ao longo do semestre são muito úteis. A cadeira aprende-se sobretudo pela prática, por isso resolver fichas, rever exercícios feitos nas aulas e treinar problemas semelhantes é a melhor forma de estudar. Algumas dicas para futuros alunos: Não tenham medo de errar, porque programar aprende-se muito a corrigir erros. Pratiquem desde o início, mesmo que sejam exercícios simples. Percebam bem variáveis, condicionais, ciclos e funções. Leiam o enunciado com atenção antes de começar a escrever código. Dividam problemas grandes em partes mais pequenas. Testem sempre o programa com vários casos diferentes. Não copiem código sem perceber, porque isso prejudica muito nas avaliações. Peçam ajuda cedo quando ficam bloqueados, porque uma dúvida pequena pode afetar vários temas seguintes. No geral, considero IP uma cadeira essencial e muito útil. É uma das cadeiras que mais contribui para criar bases de programação e para ganhar confiança no curso. Pode exigir alguma adaptação no início, especialmente para quem nunca programou, mas com prática regular torna-se bastante acessível e dá uma base muito importante para cadeiras futuras.
Introdução à Programação
Nova FCT
há 5 horas
A cadeira de Cálculo I foi, na minha opinião, uma unidade curricular bastante importante para ganhar bases matemáticas e desenvolver raciocínio analítico. Apesar de ser uma cadeira que costuma ter fama de difícil e que muitos consideram uma das mais exigentes do curso, pessoalmente não achei que fosse especialmente complicada. A carga de trabalho foi moderada. A cadeira tem vários temas e exige alguma prática, mas a dificuldade acaba por ser muito mais controlável quando se percebe o método de resolução de cada tipo de exercício. Grande parte da matéria segue padrões relativamente claros, principalmente em limites, derivadas, estudo de funções e integrais. O ensino da cadeira foi importante para tornar os conteúdos mais acessíveis. Quando os temas eram explicados passo a passo e acompanhados por exemplos resolvidos, tornava-se mais fácil perceber a lógica dos exercícios. Senti que, mais do que decorar fórmulas, o essencial era perceber o raciocínio por trás de cada método e ganhar prática suficiente para reconhecer rapidamente o tipo de problema. A cadeira é bastante prática. Muitos exercícios tornam-se mecânicos depois de se perceberem os procedimentos certos. A maior dificuldade está em identificar o caminho correto no início do exercício e em evitar erros de cálculo, sinais ou simplificações. No entanto, com alguma organização e treino, a matéria torna-se bastante acessível. Em relação à avaliação, considero que a melhor estratégia é resolver exercícios e exames de anos anteriores. Não é necessário estudar de forma excessiva, mas é importante treinar o suficiente para ganhar segurança nos métodos principais. Depois de se perceberem os padrões, muitos exercícios acabam por seguir uma lógica semelhante. Relativamente aos materiais, as fichas de exercícios, exemplos resolvidos e testes anteriores são os recursos mais úteis. A teoria é importante para perceber os conceitos, mas o progresso acontece sobretudo ao resolver exercícios e perceber onde se costuma errar. Algumas dicas para futuros alunos: Não se assustem com a fama da cadeira. Foquem-se em perceber os métodos principais de resolução. Pratiquem limites, derivadas, integrais e estudo de funções. Façam exames e testes de anos anteriores. Tenham atenção a erros de cálculo, sinais e simplificações. Tentem reconhecer padrões nos exercícios. Não decorem apenas fórmulas; percebam quando usar cada uma. No geral, considero Cálculo I uma cadeira importante e mais acessível do que muitas vezes parece. Tem matéria e exige prática, mas não achei que fosse uma cadeira especialmente difícil. Com algum acompanhamento, exercícios regulares e atenção aos métodos principais, é perfeitamente possível ter um bom desempenho.
Cálculo I E
Nova FCT
há 5 horas
Adorei aprender Ocaml, as aulas práticas e projetos foram incríveis. Mas os testes eram bastante difíceis. Não havia muitos recursos para estudar também, então utilizei bastante o Claude para me fazer modelos de teste.
Linguagens e Ambientes de Programação
Nova FCT
há 5 horas
A cadeira de Álgebra Linear e Geometria Analítica foi, na minha opinião, uma unidade curricular importante para desenvolver raciocínio matemático e capacidade de resolver problemas de forma estruturada. Apesar de não ser uma cadeira diretamente ligada à programação, acaba por ser útil porque dá bases importantes para várias áreas da informática, como gráficos, inteligência artificial, computação científica, processamento de dados e machine learning. A carga de trabalho foi moderada a pesada. A cadeira tem bastante matéria e vários tipos de exercícios diferentes, como matrizes, sistemas de equações, espaços vetoriais, dependência e independência linear, bases, dimensão, determinantes, valores próprios, vetores próprios e geometria analítica. Não considero que seja uma cadeira impossível, mas exige prática regular para ganhar rapidez e perceber que método usar em cada situação. O ensino da cadeira foi importante para tornar os conteúdos mais claros, principalmente porque muitos temas podem parecer abstratos no início. Quando a matéria era explicada com exemplos resolvidos passo a passo, tornava-se mais fácil perceber a lógica dos métodos e a ligação entre os conceitos. A cadeira beneficia muito de uma explicação organizada, porque pequenos erros em contas ou interpretações podem alterar completamente a resolução. Em relação à avaliação, a melhor estratégia é resolver muitos exercícios e exames de anos anteriores. Em ALGA, não basta saber as fórmulas ou os métodos isoladamente; é preciso perceber quando aplicar cada um. Muitos exercícios seguem padrões semelhantes, mas é necessário treinar bastante para identificar rapidamente se estamos perante um problema de sistemas, bases, subespaços, diagonalização, valores próprios ou geometria. Relativamente aos materiais, os slides, fichas e exercícios são úteis para acompanhar a matéria, mas o verdadeiro progresso acontece quando se pratica. É uma cadeira onde fazer contas e repetir métodos ajuda bastante, porque com treino os exercícios tornam-se mais mecânicos e previsíveis. Ainda assim, é importante perceber o raciocínio por trás dos procedimentos, para não depender apenas de decorar passos. Algumas dicas para futuros alunos: Não deixem a matéria acumular, porque os temas estão muito ligados uns aos outros. Pratiquem bastante matrizes e sistemas de equações, porque aparecem em muitos tópicos. Façam exercícios de exames anteriores para perceber os padrões da avaliação. Tenham muita atenção aos erros de cálculo, porque um pequeno erro pode estragar o exercício todo. Percebam bem conceitos como base, dimensão, subespaço, independência linear e valores próprios. Organizem as resoluções passo a passo, especialmente em exercícios mais longos. Não estudem só teoria; a cadeira aprende-se sobretudo a resolver exercícios. Tentem perceber a interpretação geométrica dos conceitos sempre que possível. No geral, considero ALGA uma cadeira exigente, mas bastante útil. Tem muita matéria e requer prática, mas com acompanhamento regular torna-se possível perceber os principais métodos e obter bons resultados. É uma unidade curricular importante para ganhar bases matemáticas sólidas e desenvolver uma forma de pensar mais rigorosa e estruturada.
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Nova FCT
há 5 horas
Esta cadeira com bom estudo faz-se bem. Está dividida em 2 maps e um exame obrigatório. Tanto as teóricas como as práticas valem a pena, a matéria é bem dada e ensinada, qualquer dúvida também se tira facilmente. Aconselho a fazer as fichas dadas e a rever bem todos os casos possíveis pois a matéria é muita e com várias variantes
Cálculo Diferencial e Integral II
IST
há 5 horas
A cadeira de Programação Orientada por Objetos foi, na minha opinião, uma das unidades curriculares mais importantes do curso, principalmente porque introduz uma forma de programar muito usada no desenvolvimento de software real. É uma cadeira essencial para perceber conceitos como classes, objetos, herança, encapsulamento, polimorfismo, interfaces e organização de código em projetos maiores. A carga de trabalho foi moderada a pesada. A matéria não é impossível, mas exige prática constante, especialmente porque muitos conceitos só ficam realmente claros quando se programa. No início, alguns temas podem parecer um pouco abstratos, mas à medida que se começa a construir programas maiores, percebe-se melhor a utilidade da programação orientada por objetos. O ensino da cadeira foi importante para tornar os conceitos mais compreensíveis. A explicação teórica ajudou a perceber a lógica por trás dos principais mecanismos da orientação por objetos, mas os exemplos práticos foram fundamentais para consolidar a matéria. Quando os conceitos eram apresentados com código e exercícios concretos, tornava-se muito mais fácil perceber como aplicar tudo num programa real. A cadeira também ajuda bastante a ganhar noção de organização de software. Não se trata apenas de fazer o programa funcionar, mas de estruturar bem o código, separar responsabilidades, criar classes adequadas e pensar numa solução que seja fácil de manter e evoluir. Essa foi uma das partes mais úteis da cadeira. Em relação à avaliação, a melhor estratégia é praticar bastante e começar os trabalhos/projetos cedo. Em POO, decorar conceitos não chega; é preciso saber aplicá-los. É importante perceber bem a diferença entre classes e objetos, saber quando usar herança ou composição, trabalhar corretamente com métodos, atributos e construtores, e ter atenção à organização geral do projeto. Relativamente aos materiais, os slides e exemplos ajudam a acompanhar a matéria, mas o verdadeiro progresso acontece ao programar. Fazer exercícios, testar diferentes soluções e corrigir erros é essencial para ganhar confiança. Também é uma cadeira onde os trabalhos práticos fazem bastante sentido, porque aproximam a matéria daquilo que se faz em desenvolvimento de software. Algumas dicas para futuros alunos: Não decorem apenas os conceitos; tentem aplicá-los em código. Percebam bem classes, objetos, herança, polimorfismo e encapsulamento. Comecem os projetos/trabalhos cedo. Mantenham o código organizado desde o início. Testem cada parte do programa antes de integrar tudo. Usem nomes claros para classes, métodos e variáveis. Tentem perceber quando faz sentido criar uma nova classe. Não compliquem demasiado a arquitetura do programa, mas também não façam tudo numa só classe. Revejam exercícios e projetos anteriores para perceber padrões comuns. No geral, considero POO uma cadeira muito útil e fundamental para Engenharia Informática. É uma unidade curricular que dá trabalho, mas onde se sente uma evolução clara como programador. Depois de perceber bem os conceitos principais, a cadeira torna-se bastante interessante e ajuda muito em projetos futuros, estágios e desenvolvimento de software em geral.
Programação Orientada pelos Objetos
Nova FCT
há 6 horas
A cadeira de Arquitetura de Computadores foi, na minha opinião, uma unidade curricular importante para perceber melhor como funciona um computador a um nível mais baixo. Apesar de não ser uma cadeira diretamente focada em programação de alto nível, ajuda bastante a compreender o que acontece por trás do código, desde a representação de dados até à execução de instruções pelo processador. A carga de trabalho foi moderada. A cadeira tem vários conceitos diferentes e alguns podem parecer mais abstratos no início, especialmente quando se passa para temas como binário, representação de números, memória, instruções, processador e assembly. No entanto, com alguma prática, a matéria começa a tornar-se mais mecânica e previsível. O ensino da cadeira foi importante para tornar os conteúdos mais compreensíveis, porque muitos temas de AC não são imediatos à primeira vista. Quando a explicação era acompanhada por exemplos práticos e exercícios resolvidos, ficava muito mais fácil perceber a lógica por trás dos conceitos. A cadeira beneficia bastante de uma abordagem passo a passo, porque pequenos detalhes podem mudar completamente a resposta de um exercício. A maior parte da cadeira exige perceber bem os fundamentos e depois aplicar os métodos corretamente. Em muitos exercícios, o essencial é saber interpretar o enunciado, organizar os dados e seguir o processo certo, seja em conversões de bases, representação de números, análise de instruções, memória ou funcionamento do processador. Em relação à avaliação, considero que a melhor estratégia é praticar exercícios de anos anteriores e perceber os padrões mais comuns. Não basta decorar a teoria, porque é preciso saber aplicá-la em problemas concretos. Ao mesmo tempo, também não é uma cadeira impossível: depois de se perceber a lógica dos principais tipos de exercício, torna-se bastante mais acessível. Relativamente aos materiais, os slides e exercícios são úteis para acompanhar a matéria, mas o verdadeiro progresso acontece quando se resolvem exercícios sozinho. É uma cadeira onde praticar faz muita diferença, especialmente para ganhar rapidez e evitar erros em contas, conversões ou interpretação de instruções. Algumas dicas para futuros alunos: Pratiquem bem conversões entre bases e representação de números. Tentem perceber a lógica do processador, da memória e das instruções, não apenas decorar. Façam exercícios de exames anteriores para perceber os padrões da avaliação. Tenham atenção aos detalhes, porque pequenos erros podem alterar o resultado final. Revejam bem a parte de assembly, se for incluída na avaliação. Façam esquemas sempre que o exercício envolver memória, instruções ou execução passo a passo. Não deixem a matéria acumular, porque alguns conceitos dependem dos anteriores. No geral, considero Arquitetura de Computadores uma cadeira útil e relevante para a formação em Engenharia Informática. Pode parecer mais técnica e menos intuitiva no início, mas ajuda a ganhar uma visão mais completa sobre o funcionamento interno dos computadores. Com prática e acompanhamento regular, torna-se uma cadeira acessível e bastante importante para compreender melhor a ligação entre hardware e software.
Arquitetura de Computadores
Nova FCT
há 6 horas
É uma cadeira fácil mas necessária para o futuro fora da faculdade. Na cadeira tens aulas práticas e teóricas mas basta ir às aulas práticas pois para os maps basta saber como resolver os exercícios dados nas práticas e aprendes a matéria toda. Para o exame final, basta saber a matéria disponibilizada nos slides. Aconselho a fazer quizes com a matéria dos slides quando for para estudar para o exame.
Gestão
IST
há 6 horas
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Às vezes o feedback mais útil vem de alguém que nunca conhecemos.
Aqui podes encontrar feedback de centenas de alunos. Não apenas daqueles que conheces.
Na faculdade, os meus amigos e eu costumávamos perguntar uns aos outros por feedback sobre as cadeiras (carga de trabalho, professores, exames, dicas, etc.). Mas as respostas perdiam-se nos grupos de chat...
Por isso criei este site para compilar todo esse feedback.
- Afonso
O que os alunos dizem sobre nós
"I found this platform really useful and easy to use. It's great to have a space where students can share honest feedback about their courses, all in one place, alongside relevant academic information. It makes choosing courses much clearer and more informed!!"
"Uni-Feedback has helped me not only understand which courses are the best, but also gain insight into professors and course difficulty. With all the condensed information in one place, it became extremely easy to navigate through course details and ratings and confidently decide which option is best for me."
"Gostava de ter tido uma ferramenta como o Uni Feedback quando escolhi as minhas cadeiras. Saber a opinião de outros alunos sobre professores, projetos e dificuldade faz toda a diferença na preparação do ano."
"Escolher cursos no primeiro semestre foi um verdadeiro caos. Não consegui entrar nos cursos que queria e acabei em cadeiras sobre as quais sabia quase nada para além do syllabus. O melhor que tínhamos era um Excel desorganizado a ser partilhado por grupos de WhatsApp. Com o Uni Feedback, finalmente podemos escolher os cursos sabendo ao que vamos e tomar decisões muito mais informadas."
"O Fénix é uma floresta de termos técnicos e promessas de matéria interessante, que metade das vezes não reflete a experiência real dos alunos a tirar as cadeiras. O Uni Feedback fornece algo que não conseguimos encontrar em mais nenhum lado, uma coleção organizada das opiniões diretas dos alunos que tiveram a cadeira e de informação relevante do fénix, tudo num só conveniente site!"
"Já não preciso de ser crente na altura de escolher as cadeiras! Chega de rezar para que o professor seja bom ou que não tenha muita carga horária. Graças a outros que já a experienciaram, agora consigo saber no que me estou a meter."
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