História da Arquitectura Portuguesa

HAP6 ECTSS2Página da Cadeira
Feedback
Sem avaliações ainda
Carga de trabalho
--
Exame
Não especificado

Descrição

Objetivos

• Desenvolver a capacidade dos alunos para o entendimento da produção arquitectónica do território e da sua organização e em particular para as razões, conceitos e estratégias que estão na base da criação contemporânea. O esforço analítico é dirigido para a identificação dos modelos e opções que respondem aos vários momentos do caminhar da “arquitetura moderna”. • Desenvolver a aptidão para a análise e avaliação da forma e da construção, isto é, a identificação dos vários estágios de evolução do processo criativo desde o fim do Antigo Regime e a emergência das transformações decorrentes do desenvolvimento da sociedade industrial até aos nossos dias. • Desenvolvimento da aptidão crítica do aluno como forma de investigação centrada na análise de obras fundamentais encarados como casos de estudo susceptíveis de estimularem a reflexão e discussão sobre a forma e a vida da arquitetura, e das cidades.

Programa

Aprofundar o conhecimento e enquadramento da arquitetura e da cidade através do tempo. Refletir sobre os pressupostos teóricos e os modelos urbanos dominantes no quadro de uma cultura ocidental. Estimular a compreensão da arquitetura (enquanto construção que responde a requisitos sociais e programáticos dos clientes) e da cidade, e de um modo lato dos territórios urbanizados, enquanto fenómeno de organização do espaço colectivo que reflete a estrutura económica, social e política. Este semestre o país tema é Itália, com destaque para Roma no quadro da visita de estudo programada.

Competências Transversais

Através da integração de competências transversais nas UCs de História da Arquitetura promove-se o desenvolvimento das capacidades de: a) reflexão, pesquisa e auto-aprendizagem i.e., compreensão da dimensão e natureza das questões em estudo; consulta, organização e produção de informação sobre as questões em estudo; integração e relação de conhecimentos adquiridos noutras áreas; b) trabalhar autonomamente e em equipa, assim como estabelecer pontes de trabalho com outras áreas científicas; c) problematizar, organizar, partilhar e comunicar conceitos e conhecimentos adquiridos. A percentagem das componentes transversais na avaliação é de 20%.

Princípios Éticos

Todos os membros de um grupo são responsáveis pelo trabalho de grupo. Em qualquer avaliação, todo aluno deve divulgar honestamente qualquer ajuda recebida e fontes usadas. Numa avaliação oral, todo aluno deverá ser capaz de apresentar e responder a perguntas sobre toda a avaliação.