História da Arquitectura Moderna

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Descrição

Objetivos

Desenvolver a capacidade de compreensão do fenómeno arquitectónico e da sua evolução no contexto histórico-cultural de uma época que, grosso modo, corresponde ao conceito tradicional de Idade Moderna (período que deverá ser entendido como um ciclo com coerência interna). O esforço analítico é dirigido para a identificação e compreensão do modo como o classicismo marcou as diferentes fases da arquitectura desta época que, porém, foi significativamente inovadora no que respeita à forma espacial, às tipologas funcionais e à própria utilização da linguagem clássica. Promover a aptidão para a análise da relação entre processos construtivos e espacialidade. Desenvolver a capacidade de entendimento da relação forma-função e exercitar o domínio da tridimensionalidade como forma de investigação.

Programa

Introdução histórica e cultural ao Renascimento. Humanismo e classicismo. A vanguarda italiana do “Quattrocento”. - A Perspectiva como “suporte científico” das novas “artes liberais”. - A nova prática arquitectónica. - A eclosão da Teoria da Arquitectura. - A Cidade Ideal. - Os novos programas arquitectónicos e a renovação tipológica. - A divulgação do Renascimento na Europa. O “Cinquecento” — continuidades e rupturas. - Roma e o "Renascimento pleno". - A "crise do Renascimento" e a Contra-Reforma. - Palladio e a arquitetura do Véneto. A época barroca – a arquitectura, o urbanismo e o poder. - Roma barroca. - A difusão do barroco em território italiano. - O "classicismo francês". A reação rococó. - A "desmaterialização" do espaço arquitectónico. - Barroco e Rococó na Europa Central. A marginalidade britânica. - Palladianismo e neo-palladianismo.

Competências Transversais

Através da integração de competências transversais nas UCs de História da Arquitetura promove-se o desenvolvimento das capacidades de: a) reflexão, pesquisa e auto-aprendizagem i.e., compreensão da dimensão e natureza das questões em estudo; consulta, organização e produção de informação sobre as questões em estudo; integração e relação de conhecimentos adquiridos noutras áreas; b) trabalhar autonomamente e em equipa, assim como estabelecer pontes de trabalho com outras áreas científicas; c) problematizar, partilhar e comunicar conceitos e conhecimentos adquiridos. A percentagem das componentes transversais na avaliação é de 20%.

Princípios Éticos

Todos os membros de um grupo são responsáveis pelo trabalho de grupo. Em qualquer avaliação, todo aluno deve divulgar honestamente qualquer ajuda recebida e fontes usadas. Numa avaliação oral, todo aluno deverá ser capaz de apresentar e responder a perguntas sobre toda a avaliação.