Desenho de Arquitectura II
Descrição
Objetivos
Visar o bom, o belo e o verdadeiro através do desenho à mão livre. Aprofundar competências de desenho como capacidade observação, representação e interpretação de formas e objetos a diferentes escalas. Desenvolver competências de análise formal e fenomenológica dos objetos arquitetónicos através do “desenho à mão livre”, com sentido, rigor e sucintez Adquirir fluência em esboços e familiaridade com diários gráficos. Aprofundar a interação entre a mão e o pensamento no desbravar da representação e conceção arquitetónica, tanto nos resultados como na consciencialização dos processos.
Programa
Desenho II desenvolve os temas da disciplina Desenho I. Aprofunda o processo do desenho como campo de auto- (re) conhecimento. Trabalha a capacidade instrumental dos alunos na descoberta de uma expressão própria para projetar, a partir da utilização de sistemas, de métodos e de modelos de representação do espaço no plano. Desenvolvimento das capacidades criativas na relação entre conhecimento, ideia e forma. Autores de diferentes áreas do pensamento serão mencionados. Farão ainda parte do programa visitas a exposições, visitas de estudo e conversas.
Pré Requisitos
Qualquer pessoa pode frequentar Desenho II sem pré-requisitos especiais. Basta dispor de material de desenho. (Idealmente a sala de aula deveria ser num espaço próprio, estável, com possibilidade de fixação de desenhos na parede, armários para guardar material e mobiliário leve, suscetível de diferentes disposições, conforme o objeto ou modelo a desenhar)
Competências Transversais
Se uma imagem vale mais do que mil palavras e o desenho é um dedicado servidor do entendimento, a formação em Desenho representa só por si uma das mais convenientes competências transversais a considerar.
Componente Laboratorial
Não se aplica. As aulas são teórico-práticas
Componente de Programação
Pela sua natureza, o Desenho desenvolve o sentido estético do pensador e projetista. Sendo uma disciplina fundacional da linguagem visual, informa e instrói as necessidades de computação e programação e não o contrário. Ajuda no discernimento sobre os fins e fertiliza de humanidade os meios. Visando a o equilíbrio e a harmonia, o seu lugar ideal situa-se a montante dos meios operativos, junto às fontes.
Princípios Éticos
Todos os membros de um grupo são responsáveis pelo trabalho de grupo. Em qualquer avaliação, todo aluno deve divulgar honestamente qualquer ajuda recebida e fontes usadas. Numa avaliação oral, todo aluno deverá ser capaz de apresentar e responder a perguntas sobre toda a avaliação.